A construção verde ou sustentável é uma abordagem ambientalmente consciente e eficiente para a criação de estruturas que leva em conta todo o seu ciclo de vida, desde os materiais utilizados até a eficiência do seu uso e disposição dos resíduos decorrentes.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Escola com telhado verde
Projeto de arquitetos para escola dinamarquesa prevê telhados verdes e favorece a iluminação natural
Por Casa e Jardim Online
Quanto mais as crianças puderem interagir com a natureza, mais fácil será fazer com que compreendam o seu valor. E quem melhor para cuidar do planeta do que os jovens, seus futuros habitantes? Os estudantes desta escola, que será construída em Asminderod, na Dinamarca, poderão aprender desde cedo a conviver com o verde. Isso porque o projeto, desenvolvido pelos arquitetos da empresa local BIG terá extensos telhados verdes, que transformarão a paisagem do lugar e ajudarão a manter a temperatura fresca dentro das salas, além de escoarem a água da chuva. As enormes janelas são projetadas de maneira a aproveitar ao máximo a luz do sol. Confira as fotos:
quarta-feira, 26 de março de 2014
Tijolo Ecológico - CONSTRUVAN
Construvan Tijolo Modular prioriza e muito o fator qualidade do produto.
Não só a beleza é observada por nós, mas também dois quesitos primordiais para se construir uma moradia com
segurança e conforto, que diz respeito a resistência à compressão do tijolo e à suas dimensões.
Ensaios e relatórios feitos pela ABCP (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND) atestam que os tijolos
atendem a todas as normas técnicas.
Segundo a NBR 10834/94, uma amostra de tijolo de solo-cimento tem que atingir uma resistência mínima de 2,0MPa ,
não podendo esse valor ser inferior a 1,7MPa. O resultado dos ensaios feitos pela ABCP, asseguram a nossa
preocupação relacionado a essa norma
quarta-feira, 19 de março de 2014
Construções verdes
Será que sai mais caro planejar uma casa eco-friendly, com eficiência energética e reaproveitamento de água? Pode até ser. Mas a economia a longo prazo compensa – e muito. Saiba mais sobre o assunto e conheça 10 construções sustentáveis pelo mundo
Por Vanessa Lima
Colocar um projeto de arquitetura sustentável na ponta do lápis pode ser assustador para quem não está preparado para gastar um pouco mais com as obras. O que muitos se esquecem é de que o investimento é recuperado ao longo do tempo. Imagine não precisar pagar conta de luz e diminuir a quantidade de água consumida todos os meses. Faz toda a diferença no orçamento. E se o alívio no bolso vem a longo prazo, na consciência ele é instantâneo. Afinal, quem não se sente melhor ao tomar uma atitude que preservará o mundo para as gerações futuras?
SUSTENTABILIDADE CERTIFICADA
Para medir o nível de sustentabilidade das construções mundo afora, a organização Green Building Council, com sede nos Estados Unidos, criou o selo LEED. A sigla para Leadership in Energy and Environmental Designcertifica os prédios e residências que atendem a alguns requisitos, nas categorias eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos e inovações e tecnologias.
Ao fazer uma avaliação, a instituição dá uma pontuação que vai de 40 a 110. Dependendo da nota atingida, o projeto recebe um selo LEED de prata, de ouro ou de platina. De acordo com a unidade brasileira do Green Building Council, nosso país já é o 5º no ranking mundial de construções sustentáveis, atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos, Canadá e China. No entanto, os projetos certificados são todos de edifícios comerciais.
Em entrevista exclusiva à Casa e Jardim, Marcos Casado, gerente técnico do Green Building Council Brasil,dá mais detalhes sobre o assunto:
Casa e Jardim Online – Qual é a importância da certificação LEED?
Marcos Casado – O selo traz diversas vantagens para os empreendimentos, como redução dos custos operacionais em toda a vida útil (água e energia), melhora da qualidade interna (com o aumento da luminosidade, diminuição do uso do ar-condicionado), valorização do imóvel, além do reconhecimento da organização na aplicação dos conceitos relacionados à sustentabilidade, que é um grande diferencial de marketing.
CJ – Quais são os requisitos para que uma construção ganhe o selo?
MC – Para receber o selo verde a construção deve atender a alguns pré-requistos que são obrigatórios e garantem um desempenho mínimo necessário a esses empreendimentos. Os critérios para a certificação LEED referem-se a essas cinco categorias: eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, espaço sustentável e inovações e tecnologias.
CJ – Na sua opinião, por que ainda não temos residências certificadas no Brasil?
MC – A metodologia da construção de casas no Brasil é bem diferente da americana. Vamos primeiro tropicalizar uma nova referência, chamada LEED Home, para depois aplicá-la no Brasil. Porém, já existem edifícios residenciais em processo de certificação.
CJ – Sai mais caro construir pensando em sustentabilidade?
MC – O valor atual para construções de um empreendimento sustentável certificado está entre 2% a 7% a mais do que o custo de um empreendimento convencional. Em contrapartida, os custos operacionais são em torno de 6% a 9% menores: os valores gastos com água são reduzidos de 30% a 50%; com a energia, de 25% a 30%; e com a gestão de resíduos, de 50% a 70%, o que compensa esse investimento inicial maior.
CJ – Existe algum cálculo de quanto tempo leva para recuperar esse investimento?
MC – Em uma construção sustentável, esse retorno acontece entre 3 e 5 anos.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Casa ecológica produz toda a energia que consome
Modelo construído no prédio da Panasonic, em Tóquio, usa tecnologia verde
Por Casa e Jardim Online
Imagine viver em uma casa totalmente ecológica que, em vez de consumir energia extra, produz a sua própria e emite uma taxa zero de carbono. Por enquanto, isso não é realidade, mas a Panasonic montou uma casa-modelo, com toda a tecnologia verde, no prédio da empresa, em Tóquio, no Japão. Embora nenhuma família viva no local e nem todos os produtos instalados sejam produzidos e vendidos no mercado, o espaço é aberto para a visitação pública e mostra como seria o funcionamento de uma construção com quatro quartos, equipada com sistemas ecoeficientes de ventilação, iluminação, geração de energia e aquecimento. Veja como funciona:
TEMPERATURA
Com um sistema moderno, que combina ventilação natural e mecânica, o ar frio é captado no verão e o ar quente, no inverno, por baixo da casa. Assim, a temperatura interna fica equilibrada em qualquer estação. O ar-condicionado também é inteligente e funciona por meio de um sensor: se a pessoa está fazendo uma atividade leve, como ler um livro, o ar fica automáticamente mais fraco e, se está se exercitando, por exemplo, o fluxo é mais intenso.
ILUMINAÇÃO
Além de aproveitar a luz natural, com amplas aberturas para deixar o sol entrar nos ambientes internos, a casa ecológica também conta com a tecnologia para economizar energia na iluminação. Lâmpadas de LED foram instaladas pela casa toda: elas consomem seis vezes menos do que as comuns e duram mais tempo: de acordo com a Panasonic, as lâmpadas EverLED podem funcionar por até 19 anos. Além disso, sensores apagam e acendem as luzes da casa automaticamente, conforme o movimento das pessoas, e aumentam e diminuem a sombra para aproveitar ao máximo a luz natural.
ÁGUA
Com eletrodomésticos modernos, é possível economizar água. A lavadora e secadora da casa ecológica consome menos energia porque a água é reaproveitada durante as lavagens e uma bomba de calor seca as roupas, sem precisar usar tanta eletricidade. Detalhes, como o material especial usado nas peças sanitárias, também ajudam: os vasos, pias e banheiras ficam limpos por mais tempo, porque são mais resistentes e aos quais a sujeira é menos aderente, exigindo menos lavagens.
ENERGIA
Ao isolar aparelhos eletrônicos com uma camada de vácuo, a eficiência energética é mais intensa, ou seja, dá para usar mais, gastando menos eletricidade. O U-Vacua pode ser instalado nos eletrodomésticos com essa intenção. Outra tecnologia é o Heat Pump, que capta o calor do ar e o transforma em energia para alimentar o ar-condicionado, o aquecedor de água, as lavadoras e secadoras.
A casa também é equipada com painéis que captam a energia solar e possui aparelhos que combinam hidrogênio com o oxigênio do ar, produzindo energia. A peça também aquece a água, que pode ser usada nos chuveiros e no sistema de aquecimento de piso. Um acumulador também capta toda a energia extra produzida e a armazena, para uso futuro.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Telhado verde
Grama, ervas e até árvores são plantadas nos telhados de casas norueguesas
Por Casa e Jardim OnlineVocê já ouviu falar de telhado verde? E não estamos nos referindo a jardins suspensos. É tradição, na Noruega, transformar a cobertura das casas em uma minifloresta. Essas construções sustentáveis são muito comuns em refúgios na montanha e fundem-se com a paisagem natural – além de fornecer um bom isolamento térmico. Veja as imagens:
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
8 incríveis projetos verdes futuristas para melhorar as cidades
Pensando em resolver dois problemas comuns aos grandes centros urbanos – a poluição e a falta de áreas verdes - arquitetos e designers propõem soluções criativas para recuperar o meio ambiente.
Urban aviary, um santuário para aves em NY
Você sabia que uma das maiores causas de morte de pássaros nas grandes cidades são os arranha-céus envidraçados? As aves simplesmente não conseguem distinguir o que é reflexo do que é real e por isso vira e mexe colidem contra edifícios envidraçados, morrendo na queda livre.
Pensando em melhorar as condições de vida desses animais nos centros urbanos e também em tornar os prédios mais eco-amigáveis, o "Stone Design", um escritório de arquitetura em Nova York projetou o "UrbanAviary ". A estrutura idealizada para ocupar o Central Park tem como propósito servir de abrigo e habitat seguro para as aves em uma das cidades mais populosas dos Estados Unidos.
No Urban Aviary, os pássaros poderão construir ninhos entre os pisos vegetados. A ideia é reproduzir no interior um miniecossistema florestal, onde as criaturas voadoras possam obter comida, água e tranquilidade.
Algae Green Loop produz bicombustível
O retrofit verde já virou uma tendência mundial. Nem o famoso complexo de edifícios em formato de espiga de milho Marina City, localizado às margens do Lago Michigan, em Chicago, escapam da modernização com técnicas ecológicas.
Um projeto recente idealizado pelo estúdio Influx propõe um mix de soluções ecoamigáveis, que incluem uma cobertura de algas na fachada, para produção de biocombustível que abasteceria os veículos dos moradores e um sistema biorreator interno, capaz de produzir energia a partir dos resíduos gerados pelo edifício.
Além disso, o prédio contaria com painéis solares e geradores eólicos. A eletricidade produzida seria usada para abastecer o edifício e o excesso seria vendido para a rede elétrica.
Tour Vegetale de Nantes tem árvores na fachada
Cultivar jardins ou vasos de planta no espaço limitado de um apartamento nem sempre é fácil. E que tal morar em um edifício que tem a natureza como principal atração? Foi pensando nisso que o arquiteto francês Edouard François, conhecido por incorporar a vegetação à arquitetura, projetou o Tour de Nantes Vegetale.
Em formato orgânico, o edifício tem a fachada tomada por plantas de espécies adaptadas para crescer em rochas. O projeto idealizado para cidade de Nantes prevê que a vegetação cresça dentro de tubos de aço inoxidável instalados nas varandas dos apartamentos. A ideia por trás do visual é que, visto de longe, o prédio se assemelhe a uma montanha de verde espetacular encravada no meio da cidade.
Não só isso, claro. O revestimento de árvores contribui para deixar o clima do ambiente interno sempre agradável. Além da função residencial, o edifício de uso misto também vai abrigar escritórios empresariais e um mini shopping.
Jardim em forma de barco pode filtrar água do mar
O Physalia é outro projeto criativo que busca melhorar o meio ambiente nas cidades. Criado pelo escritório de arquitetura Vicent Callebaut, essa espécie de embarcação ecológica é um jardim autossuficiente capaz de navegar com emissão zero e, ainda, ajudar a purificar as águas do mar.
A característica de filtro d´água se deve à sua estrutura de aço coberta por alumínio de dióxido de titânio, que reage com os raios ultravioletas, criando um efeito foto-catalisador, que purifica a água poluída por rejeitos químicos industriais e de embarcações. No teto, a Physalia possui painéis fotovoltaicos e, no casco, traz hidro-turbinas que geram energia com o fluxo fluvial.
Com isso, a embarcação é capaz de produzir mais energia do que necessita para se locomover. Com nome e design inspirados em uma espécie marítima - a caravela-portuguesa “Physalia Physalis” -, a embarcação também tem fins turísticos, podendo navegar entre os principais rios da Europa, como o Danúbio, Reno e Volga.
Beirut Wonder Forest: o jardim suspenso do Líbano
Pensando num visual mais ecológico e capaz de renovar o ar da capital libanesa, o escritório de arquitetura Studio Invisible projetou um gigante jardim suspenso, que prevê a simples instalação de árvores no topo de todos os edifícios da cidade. Cada árvore ficaria presa por fios de aço que impediriam acidentes durante fortes ventanias.
Segundo os arquitetos, espécies de pequeno porte, como a amoreira-branca e a oliveira, se adaptariam bem ao clima mediterrâneo. O Wonder Forest melhoraria os níveis de oxigênio, gerando um ambiente mais saudável. Além disso, a camada de árvores forneceria sombra e, consequentemente, amenizaria o clima, cada vez mais quente e árido, que por sua vez levaria a um menor nível de consumo de energia nos prédios.
Mais, dependendo da escolha de árvores e plantas, estes jardins poderiam evoluir para um tipo de agricultura urbana, gerando uma produção pequena, mas valiosa.
Bionic Arch: uma joia verde em Taiwan
Preocupada em reduzir suas emissões, a cidade de Taichung em Taiwan lançou no ano passado um concurso de projetos de arquitetura para ocupar uma área antes ocupada pelo aeroporto local, que mudou de endereço.
O vencedor da competição foi ninguém menos do que o visionário arquiteto belga Vincent Callebaut, que projetou uma imensa torre verde que não só combina como supera os principais indicadores de um edifício ecológico.
Chamada de Bionich Arc, a torre orçada em 85 milhões de reais terá emissão zero de carbono. Com jardins suspensos integrados em toda sua fachada, a torre de 119 m vai produzir sua própria energia a partir de fontes alternativas, como solar e eólica.
Sea Tree: a árvore marinha antipoluição
Preocupado com a falta de espaço para a fauna e flora, o arquiteto alemão Koen Olthuis bolou uma solução curiosa: o edifício "Sea Tree". Trata-se de uma estrutura de 30 metros de altura projetada para cidades próximas ao mar ou rios, como Londres e Nova York, e capaz de reproduzir todo o ecossistema de uma árvore, servindo de abrigo para os bichos.
Por ser dividida em camadas, a estrutura flutuante poderia hospedar vários tipos de animais, incluindo os que vivem no mar. A ideia é que árvore do mar seja construída a partir de tecnologias offshore bastante semelhantes ao das plataformas de petróleo em mar aberto e que as companhias petrolíferas façam doações de “Sea Tree” para as cidades onde atuam.
Piscina flutuante pode despoluir rio em Praga
Durante anos, o Vltava, maior rio da República Checa, que atravessa a capital Praga, sofreu com a poluição. Hoje, são cada vez maiores os esforços para recuperá-lo. Os arquitetos Adrea Kubná e Ondrej Lipensky projetaram até uma piscina flutuante para despoluir as águas do rio.
Uma membrana têxtil que reveste toda a instalação circular removeria partículas de sujeira, bactérias e odores desagradáveis. Depois a água retornaria renovada para o rio. A piscina flutuante serviria como centro recreativo para os moradores da cidade. Capaz de receber até 900 pessoas, a atração contaria com vestiários, saunas, lanchonetes e até cabines individuais para locação.
Durante os meses de inverno, quando as temperaturas chegam fácil aos 15 graus negativos, a atração no Vltalva seria convertida em uma pista de patinação no gelo.
Fonte: http://borgesengenheiro.blogspot.com.br