A construção verde ou sustentável é uma abordagem ambientalmente consciente e eficiente para a criação de estruturas que leva em conta todo o seu ciclo de vida, desde os materiais utilizados até a eficiência do seu uso e disposição dos resíduos decorrentes.

domingo, 28 de julho de 2013

Telhas de Fibra Kraft Reciclada - Tecfort

A fibra kraft reciclada é uma fibra virgem não reciclável e com alta qualidade.


As embalagens longa vida geradas pela populção após o consumo dos alimentos e depois separadas pelas cooperativas de coletores, resultam em fibras de papel e seguem um percurso rumo a uma nova vida.


Este material é utilizado na produção de caixas de papelão, placas e telhas mais baratas.


As telhas de fibra reciclada reúnem baixo custo à facilidade de instalação e manutenção.

Fonte:http://guia.construcaoeficiente.com.br

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Bioarquitetura e Bioconstrução - Argeu Q. Gurgel - Arquitetura Ecológica

 

A bioconstrução ou bioarquitetura é um modo de construir com respeito a todas as formas de vida, praticando a
interdisciplinaridade com outras áreas do conhecimento humano, colaborando assim, para a sustentabilidade e o
progresso da humanidade.


Dentre algumas das técnicas usadas na bioconstrução encontram-se:


Adobe, Super Adobe, Taipa de mão ou sopapo, Taipa de Pilão, Bambu, Solocimento, Cascaje, Reciclagem, Reuso de águas servidas, Tratamento biológico de esgoto, Teto verde, Entre diversas outras que respeitam a vida e o meio-ambiente.

http://br.linkedin.com/pub/argeu-q-gurgel/28/869/963

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Captação de Água da Chuva

Coletando Água da Chuva

A chuva é um recurso ilimitado e existem registros arqueológicos de coleta desta água há mais de 4 mil anos. Diversos foram os povos antigos que se valeram da coleta de água da chuva. O Brasil tem um índice pluviométrico alto, o que torna viável e prático a captação de água da chuva, tanto das residências como de qualquer outra edificação. A solução é simples, a água da chuva cai no telhado, é captada através de calhas e filtrada para eliminar a sujeira do telhado como galhos, folhas, poeira e detritos, ela fica armazenada em uma cisterna e pode receber mais filtragem para ser utilizada para diversos usos em nossa casa. Dependendo do índice pluviométrico de determinada região um telhado de 100m² pode captar até 150 mil litros de água em 1 ano.

Fala-se muito em água da chuva para uso na limpeza de calçadas e irrigação de jardins, contudo é sabido que a água da chuva, em geral, apresenta boa qualidade por conta da destilação natural, que está ligada ao ciclo hidrológico pelos processos de evaporação e condensação. O ser humano pode perfeitamente utilizar esta água no seu consumo diário como tomar banho, cozinhar, lavar roupa, e inclusive beber. Uma pessoa consome em média 150 litros de água por dia podendo esta medida variar conforme padrão de consumo. No Brasil pode chegar até mais de 200 litros por dia, sendo que a ONU sugere cerca de 110 litros por dia para atender as necessidades de consumo e higiene. Podemos dizer que, a grosso modo, o consumo de água nos domicílios brasileiros se dá da seguinte forma:

33% para descargas em banheiros;

27% para cozinhar e beber;

25% para tomar banho e escovar os dentes;

12% para lavar roupa;

3% para demais tarefas.

No Brasil entre 15% e 25% da população não tem acesso à água potável.Dentre as legislações utilizadas como diretrizes para avaliar se a qualidade da água é compatível com o uso desejado estão a portaria 518 do Ministério da Saúde que especifica os padrões de potabilidade para água de consumo humano, a Resolução CONAMA 357/05 que classifica as águas conforme os usos previstos e a Resolução CONAMA 274/2000 que define padrões de balneabilidade. A NBR 15527/2007 define os requisitos para a coleta e o aproveitamento de coberturas em áreas para fins não potáveis da água da chuva. A legislaçãoo brasileira considera a água da chuva como esgoto e não tem regulamentado os requisitos de qualidade para o seu uso.

Coletar a água da chuva promove economia e uso inteligente deste recurso, contribuindo significativamente para a qualidade de vida das pessoas, reduzindo problemas com enchentes e diminuindo o consumo sobre as reservas hídricas.

O Uso da Água e o Cenário Atual

Sabemos que a água doce disponível para o ser humano e o restante da natureza é uma parcela muito pequena quando comparada ao volume de água que temos no planeta. Apesar de a água ser muito importante para as nossas atividades diárias de sobrevivência como se alimentar e beber, apenas 8% do volume de água é destinado ao uso doméstico, enquanto os 92% restantes são para mover a economia. A indústria faz uso de cerca de 22% da água, enquanto a agricultura e pecuária utiliza cerca de 70% do volume disponível.

A água também pode nos servir para gerar energia, tanto que 93% da energia elétrica gerada no Brasil em 2005 foi oriunda de hidrelétricas. Para se gerar 1Kw/h é necessário 7m³ de água por isso as hidrelétricas necessitam de um imenso reservatório. As hidrelétricas por sua vez para serem construídas demandam um gigantesco montante de material como aço e cimento, o que também demanda muita energia.

Todos os seres vivos dependem de água para sobreviver e num mundo em elevadas taxas de crescimento populacional esta necessidade básica está se tornando cada vez mais um grande desafio. Hoje estamos quase atingindo a marca de 7 bilhões de habitantes no planeta e a projeção é atingir em torno de 10 bilhões até 2045. Sabemos que o ser humano precisa ingerir entre 2 a 3 litros de água por dia para ter uma boa saúde, e que uma pessoa produz em média 1 litro de saliva por dia. Um ser humano de 65Kg de massa tem 45 Kg de água no seu corpo, e esta água não está estática podendo sofrer inclusive alterações na sua ressonância magnética conforme a indução vibracional (estado de espírito) deste indivíduo. Bem antes da revolução industrial, no ano de 1650, o mundo tinha aproximadamente 500 milhões de habitantes e precisou de quase 200 anos para atingir o 1 bilhão em 1825, nesta época a ciência ainda entendia que a vida foi criada por Deus em apenas 1 dia. Para chegar a 2 bilhões de habitantes no planeta a humanidade precisou de mais 105 anos atingindo este número no ano de 1930. Apenas 45 anos depois, em 1975, a população global já tinha se duplicado atingindo os 4 bilhões, e em menos tempo ainda, em 2000, já atingia os 6 bilhões de habitantes. No século XX enquanto a população triplicou o consumo de água aumentou sete vezes.

Atualmente 1,1 bilhões de pessoas no mundo não tem acesso à água potável e outras 3 bilhões utilizam fontes contaminadas. Cerca de 6000 crianças morrem por dia em razão à doenças ligadas à água insalubre. Um padrão de consumo insustentável agrava ainda mais este cenário.

O Brasil detém cerca de 12% das reservas de água do mundo, sendo 8% superficial e 4% subterrâneo. O nosso país detém cerca de 53% da água doce da América do Sul com 3 grandes bacias, a Amazônica, a do Tocantins e a do São Franscisco, e ainda 2 complexos de bacias, a do Prata e do Atlântico. Ainda temos o Sistema de Aquíferos Guarani com aproximadamente 1,2 milhões de Km². Na Bacia Amazônica encontra-se 55% do volume de água do Brasil, enquanto o Sistema Aquífero do Guarani são sistemas de aqüíferos que não são contínuos nem homogênios, e nem sempre apresentam água com boa quantidade e qualidade. O Guarani se espalha pelo Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, sendo que a sua água provém das chuvas e vem infiltrando no solo há cerca de 30 mil anos.

A água é muito mais que um recurso, é um elemento fundamental para o ser humano e um bem natural mantedor da vida no planeta.

A Origem da Água no Planeta Terra

A água se originou da combinação dos gases hidrogênio e oxigênio, e em função da alta temperatura inicialmente se formou como vapor d'água.Conforme a superfície da Terra foi se resfriando esse vapor ficou aprisionado no seu interior. No planeta durante a formação da crosta terrestre, entre 4,5 a 4,2 bilhões de anos, ocorreu um processo de desgaseificação. O núcleo do nosso planeta continuava incandescente e expulsou para fora na crosta grande quantidade de água sob a forma de vapor. Nesta época os vulcões expeliram gases como hidrogênio e vapor de água que deram início à formação de uma atmosfera ainda agressiva às condições de vida. Conforme as elevadas temperaturas foram baixando houve a condensação do vapor, que por sua vez se transformou em nuvens. Os gases que formaram esta atmosfera aqui na Terra chegaram a ser tão densos, que parte deles passou ao estado líquido dando origem às primeiras chuvas, que em função da força gravitacional se precipitaram na superfície sob a forma de chuvas torrenciais. Assim formaram-se os oceanos primitivos. Conforme este processo foi evoluindo iniciou-se a formação da água doce há cerca de 3,7 bilhões de anos, e foi neste mar primitivo onde a vida teve seu início, há cerca de 3,5 a 3,2 bilhões de anos, com os primeiros organismos unicelulares depois que as chuvas lavaram a atmosfera eliminando os vapores de enxofre, que ao se acumular no mar serviu de alimento para essas bactérias. Devido às condições ideais de afastamento da Terra em relação ao Sol, de suas dimensões e da baixa magnitude da força gravitacional, a água ocorre nos estados sólido, líquido e gasoso, e de acordo com sua órbita, sua rotação, translação e eixo de inclinação deu-se as condições ideais climáticas para a vida aqui evoluir. Se a Terra estive-se a uma distância de apenas 5% menor do que a atual em relação ao Sol, o nosso planeta receberia 10% a mais de energia solar e isso transformaria toda a água em vapor. E se a distância fosse 10% maior, os oceanos se congelariam até grandes profundidades. Não é a toa que os seres humanos encontram no Planeta Terra as condições ideais de permanência e manutenção da vida no sistema solar, e num raio gigantesco é o único lugar seguro para a conservação da sua espécie.

Água e Atmosfera

A água pura (H2O) é um líquido incolor, inodoro e sem sabor, cujas moléculas são formadas por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. É um bem precioso e um recurso essencial para a vida do homem e de todos os seres vivos que habitam o nosso planeta.

A superfície da Terra é coberta por cerca de 70% de água. Deste volume 97,25% estão nos mares, 2,05% nas calotas polares e os restantes 0,7% nos rios, lagos, solo, lençóis freáticos, e atmosfera. A água desempenha papel central no clima, apesar de representar proporção tão pequena da atmosfera.

A atmosfera terrestre está constituída por aproximadamente 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio, 0,9% de argônio e 0,3% de dióxido de carbono, sendo que os restantes 0,07% representam pequenas frações de vapor d`água, hidrogênio, ozônio, neon, hélio, metano, kriptônio e xenônio. Na atmosfera encontramos pequenas partículas de poeira conhecidas como núcleos de condensação, que são oriundos de erupções vulcânicas, tempestades de areia, incêndios e poluição. Quando o vapor de água se condensa faz com que essas microscópicas partículas sejam aderidas e se acumulem aos milhões no vapor resfriado formando assim as nuvens. Conforme as temperaturas sejam frias o suficiente a água ainda se transforma em gelo em torno dos núcleos de condensação. A atmosfera contém aproximadamente 12.900Km³ de água, e isso é mais do que todos os rios do mundo juntos que representam em torno de 2.120Km³. Através da evaporação e da condensação a atmosfera promove um processo de destilação natural da água, conferindo-lhe em geral uma boa qualidade inclusive para ser ingerida pelo ser humano. Quando a atmosfera satura-se de água, e em função das condições climáticas, ocorrem as chuvas que é um fenômeno metereológico. Entretanto, dependendo da região, a chuva pode apresentar impurezas ou poluentes, principalmente em regiões próximas aos grandes centros urbanos ou a áreas bastante industrializadas, ocorrendo assim a presença de óxidos de enxofre e nitrogênio. No mundo existem diversos sistemas de precipitação e os que ocorrem nas regiões tropicais do planeta são muito importantes para a circulação atmosférica global.

O Ciclo Hidrológico

A água circula por todo o planeta e sua dinâmica é fundamental para a manutenção da vida. O ciclo hidrológico é responsável pela renovação da água no planeta e inicia-se com a incidência de energia solar sobre a Terra. Evaporando-se e condensando-se, a água está no ciclo de todas as formas de vida aqui da Terra, seja de uma minúscula bactéria até organismos mais complexos como o do ser humano. O tempo de permanência da água nos oceanos é de aproximadamente 4000 anos e enquanto no lençol freático pode ficar entre 2 semanas e chegar até 10.000 anos de permanência, já na atmosfera fica apenas 10 dias. O vapor d`água é capaz de levar em suspensão bactérias para posteriormente cair de volta à terra com a chuva e este mecanismo é muito importante para as florestas. As florestas por sua vez podem reter água bem como evapotranspirá-la favorecendo assim a manutenção do clima nos continentes. O volume de água que evapora dos oceanos é cerca de 47.000 km³/ano e é maior que o fluxo que nele precipita. Esse valor excedente indica o volume de água que se transfere dos oceanos para os continentes durante o ciclo hidrológico, sendo que a água volta a retornar para os oceanos também pelo escoamento do rios e dos fluxos subterrâneos, assim a quantidade total de água no Planeta Terra permanece constante. A água no seu longo caminho ainda encontra bem ao fundo dos oceanos verdadeiros gargalos que a levam para dentro da crosta e a colocam em contato direto com o magma. Também nas erupções vulcânicas é expelido vapores de água que vão direto para a atmosfera.

As chuvas são muito importantes e trazem de volta a água para a terra, porém devido às mudanças climáticas e à drástica redução das florestas que ocorreu nos últimos séculos o regime de chuvas está se desequilibrando cada vez mais. Exemplos disto nós podemos observar nos ocorridos dos últimos anos quando imensos volumes de chuva provocaram verdadeiras catástrofes ambientais no litoral norte do RS e sul de SC no ano de 2007, no Vale do Itajaí em 2008, em Alagoas e Pernanbuco em 2010 e no Rio de Janeiro em 2011. Estes eventos, além de mortes e danos materiais para as centenas de milhares de famílias, provocam um tremendo impacto negativo na economia destas localidades e do Brasil. Em diversos lugares do mundo com diferentes características de relevo e clima, e em diferentes biomas também estão sentindo o impacto dessas mudanças. Ocorre também que, quando a chuva não vem em imensos volumes em um curto prazo de tempo, temos alguns períodos de forte seca que vem se agravando em regiões onde isso não é comum, como as secas que ocorreram em 2005 e 2010 na Amazônia, e no RS em 2009 quando teve uma grande seca, a maior dos últimos 80 anos, registrando em Bagé um índice de 0,8mm de chuva no mês de abril segundo o Inmet. Portanto é plenamente claro que a ação do ser humano devastando a natureza para suprir a demanda das suas necessidades atuais está alterando o equilíbrio do clima global.

Em relação às chuvas podemos dizer que há basicamente dois tipos de precipitações, as estratiformes e as convectivas, e podem estar associadas a diferentes fenômenos atmosféricos:

Chuvas frontais: são causadas pelo encontro de uma massa de ar frio e seco com outra massa de ar quente e úmido. São típicas das latitudes médias, como as de inverno no Brasil Meridional que se deslocam desde o Sul na Argentina e vão se dissipando no caminho podendo eventualmente chegar até o estado da Bahia.

Chuvas orográficas (ou Estacional): são também chamadas de chuvas de serra, e ocorrem quando os ventos úmidos se elevam e se resfriam pelo encontro de uma barreira montanhosa, como é normal nas encostas voltadas para o oceano. É muito comum em todo litoral brasileiro onde ocorre a Serra do Mar, a água pode evaporar e formar nuvens que farão cair chuva a dezenas de kilômetros de distância da faixa litorânea.

Chuvas de convecção ou convectivas: são também chamadas de chuvas de verão na região Sudeste do Brasil e são provocadas pela intensa evapotranspiração de superfícies úmidas e aquecidas, como por exemplo as florestas e os oceanos tropicais. A chuva convectiva é comum no verão brasileiro, na Floresta Amazônica e no Centro-Oeste.

Curiosidades do ciclo hidrológico...

No mundo há diversos locais onde chove muito e há registros no Mount Waialeale de média anual de 11.680 mm, já a cidade de Lloró na Colômbia registra média anual de em torno de 13.300mm. Em Cherrapunji na Índia teve a maior quantidade de chuva já registrada em um ano, foi em 1861 num volume acumulado de 22.987mm. No entanto também existem os locais mais áridos do planeta tendo destaque a região dos Vales Secos na Antárdida, onde não chove a aproximadamente 2 milhões de anos e em geral não ocorre gelo nem neve, caracterizando-se como o deserto mais árido do planeta, já o Atacama no Chile é o segundo deserto mais seco tendo uma média de 0,1mm de precipitação ao ano sendo que em algums locais não chove a mais de 400 anos.

Fonte: http://www.arquiteturaambiental.com

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Arquitetura Ecológica PHI - Argeu Q. Gurgel - Arquitetura Ecológica

 

Fonte:http://guia.construcaoeficiente.com.br

Aqui a Busca é Pela Integração Entre Indivíduo, Edifício e Ecossistema, Permitindo Que Todos se Assimilem Harmonicamente, Através de um Planejamento Adequado.
Planejamento Humano Integradoou PHI é um núcleo focado em ambiente, arquitetura e urbanismo com profissionais e parceiros especializados em sustentabilidade, ecologia e meio ambiente, desde grandes planejamentos até objetos de design pequeno, buscando sempre a integração e harmonia com o todo. Oferecemos, do projeto até a obra finalizada com diferenciais em ecologia e economia, soluções para um público diferenciado, com personalidade e respeito ao meio
ambiente e a vida.


http://www.phiarq.com.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

7 construções futuristas à prova de inundações

Projetos arquitetônicos inusitados propõem soluções para proteger as metrópoles dos efeitos da elevação do nível do mar causado pelas mudanças climáticas. Confira alguns dos mais curiosos.

Emergency Land

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O pequeno conjunto de nove ilhas localizado no oceano pacífico, entre a Austrália e o Havaí, sofre as consequências do aquecimento global. Com área de 26 km², Tuvalu corre o risco de submergir diante do aumento do nível do mar. Nos últimos anos, as inundações constantes já vêm atrapalhando a produção de cultivos locais e a obtenção de água potável. Se a situação continuar assim, a população de Tuvalu vai precisar de um novo endereço. É aí que a entra a "Emergency Land" ( Terra de Emergência, no português), uma cidade-conceito criada pelo sul-coreano Choi Jinman arquiteto e o estudante Ji Shim Yong. Trata-se de uma plataforma que se eleva sobre o mar, podendo abrigar até 11 mil habitantes. O projeto traria todas as funções (serviços, infraestrutura, comércio, etc) de Tuvalu, mas dessa vez protegendo a todos de uma nova catástrofe.

Lilypad

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Eventos climáticos extremos têm deixado milhares de desabrigados em todo o mundo. Se as previsões de elevação dos níveis dos mares se concretizarem, será preciso encontrar um novo lar para os refugiados climáticos. A solução para nos manter a tona vem do visionário arquiteto belga Vincent Callebaut, que criou a cidade flutuante Lilypad. O complexo é formado por arcas, cada uma com capacidade de abrigar até 50 mil pessoas – quantidade semelhante ao número de habitantes da cidade portuária de Constitución, no Chile, que em 2010 foi invadida por uma onda de 8 metros, obrigando os moradores a se retirar para as montanhas.

Membrana protetora em NY

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A elevação dos níveis dos mares é uma das maiores ameaças para cidades litorâneas. Foi pensando em salvar a ilha de Manhatthan que os designers Tingwei Xu Zhang e Xie, da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, projetaram uma rede de membranas que, ao saírem do chão como se fossem raízes de árvores, seriam capazes de absorver e desviar a água do mar para bem longe da cidade. Agindo como um substituto do solo, as membranas criariam pantanos e zonas húmidas ao redor da ilha, funcionando assim como uma barreira protetora contra enchentes.



Wetropolis

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Bangkok, na Tailândia, também deve sofrer com a elevação do nível do mar até meados do século. Para resolver esse problema, a firma de arquitetura S+PBA bolou uma solução interessante: um conceito de comunidade para “um futuro pós-diluviano”, como dizem. Como outras ideias listadas aqui, o projeto abraça um estilo de vida anfíbia, em vez de lutar contra ao aumento do nível das águas. A ideia é reproduzir toda uma rede e infraestrutura urbana acima do mar chamada de “Wetropolis”, que contaria com escolas, espaços públicos, indústria e todo tipo de serviço público. Os arquitetos preveem até espaços verdes, como parques e florestas e manguezais, que além de favorecer a atividade de carcinicultura, tambem ajudariam a filtrar a água e renovar o ar da cidade.

Casa anfíbio britânica

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A firma de arquitetura britânica Baca desenvolveu uma casa anfíbio capaz de resistir às enchentes. Primeiro projeto deste tipo a receber autorização do governo inglês, a casa de 225 metros quadrados de área está sendo construída a apenas 10m da margem do rio Tâmisa, em Male, no condado de Buckinghamshire. Ela será erguida em bases fixas, como um edifício convencional, mas em caso de inundações na região, a casa será capaz de levantar e flutuar, mantendo a salvo seus ocupantes. A resistência à agua deve-se ao que os arquitetos chamam de "golfinhos", postes verticais normalmente encontrados em marinas que mantêm a instalação flutuante no lugar durante uma cheia.

Ilhas artificiais para as Maldivas

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As pequenas e numerosas ilhas das Maldivas são tão belas quanto frágeis. Pelo menos 80% do arquipélago localizado no oceano Índico está apenas um metro acima do nível do mar. Uma elevação brusca das águas poderia varrer do mapa esse paraíso de praias de areia branquinha, palmeiras e atóis de corais. No último século, o nível do mar já subiu 20 centímetros em algumas partes do país. Temendo o pior, o governo local estuda comprar um novo território para o seu povo. Mas para o arquiteto Koen Olthuis do Waterstudio a solução é criar mini-ilhas flutuantes. Elas teriam formato de estrela e contariam com amplos espaços verdes e praias artificiais.

Resort semi-submerso no Qatar

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Talvez os resorts de luxo do futuro serão parecidos com o do projeto ao lado, o Anphibious 1000, uma verdadeira rede de ilhas e hotéis flutuantes idealizada para o Qatar. Projetado pelo italiano Giancarlo Zema, do escritório de arquitetura Design Group (GZDG), o Amphibious 1000 é um resort semi-submerso, que será localizado em uma área marinha protegida na costa do Qatar, incluindo edifícios residenciais, escritórios, um parque marinho, passarelas flutuantes e até galerias marinhas subaquáticas.

Fonte:  http://borgesengenheiro.blogspot.com.br

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sky Garden - Envec Brasil

 

A tecnologia SkyGarden para telhados verdes e jardins elevados está no seu avançado solo, que reproduz em poucos centímetros a fertilidade de metros de terra, sendo conhecido no Japão como o “solo dos sonhos”.


A ENVEC Brasil disponibiliza agora essa tecnologia também em sacos de 40 litros. Sua instalação é muito simples e
rápida.


Resumindo bem, a tecnologia japonesa do SKYGARDEN ENVEC reproduz em espessuras mínimas de solo especial o
desempenho alcançado somente em “terra firme” com metros de profundidade de solo convencional. Tudo isso aliado à leveza, limpeza, durabilidade, fertilidade e maciez. Assim, é possível você ter um gramado com apenas 10 cm de espessura e 40 kg por m² resistente ao uso cotidiano.

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http://www.skygarden.com.br/

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Saneamento Ecológico

 

O hábito de despejar dejetos nas águas é praticado desde antes da Idade Média, e mesmo após séculos continuamos com as mesmas práticas condenando nossos mananciais e reservas hídricas. Naquela época ainda estávamos muito longe de ser 1 bilhão de habitantes sobre o Planeta, o que conseguimos apenas no século XIX. Hoje, em menos de dois séculos após atingirmos este número a população humana já chega a quase 7 bilhões, contudo parece que uma grande parte da sociedade insiste ainda num modelo de saneamento que desde séculos não tem sido uma boa estratégia para resolver o problema.

O saneamento básico, como é chamado, não consegue resolver permanentemente o problema enquanto que ambientalmente seus resultados não conseguem sequer ser básico. Métodos ineficazes inerentemente geram resultados ineficazes, sendo assim insalubres, e colocam a falta de saneamento como um problema de saúde pública, potencializador e multiplicador de diversas doenças.

O solo também sofre com sistemas amplamente disseminados como os sumidouros, que são ineficientes e sozinhos não conseguem salubrizar o esgoto bruto. Desta forma contaminam o solo num raio de até 30 metros chegando inclusive ao lençol freático. Os fluxos das águas subterrâneas podem levar para muito longe os contaminantes e potencializam os agentes patogênicos. 

O saneamento ecológico faz bom uso do recurso água, valoriza a biodiversidade, é salubre ao ambiente e às pessoas, promove eficiência energética e é capaz ainda de produzir bons alimentos. Utilizando métodos  sustentáveis é possível resolver a poluição do esgoto dentro do próprio lote não repasando esta responsabilidade para mais ninguém, e o que é melhor com um ótimo custo benefício.

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Fonte:http://www.arquiteturaambiental.com

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O maior prédio abastecido por energia solar

Batizado de "Altar do Sol e da Lua", o edifício possui design inspirado no relógio de sol

Por Casa e Jardim Online

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A imponente construçãolocalizada em Dezhou, na China, possui escritórios, teatros, laboratórios de pesquisa, salas de reuniões e um hotel. Ao longo de seus 75 mil metros quadrados, cinco leques de painéis captam a luz do sol e a transforma emenergia. Além disso, um sistema de isolamento térmico no teto e paredes economiza 30% mais energia do que a meta de economia estipulada pelo governo. Seu projeto exigiu apenas 1% da quantidade de aço que foi utilizado na construção do "Ninho do Pássaro", um dos estádios olímpicos de Beijing.

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